Capa de Absoluto da autora nacional M. S. Fayes é divulgada pela Editora Charme

Postado em quinta-feira, 17 de abril de 2014


Minha gente, o que é esse homem? Valeu até uma postagem no TriBooks fora da progrmação. Essa é a capa de Absoluto, primeiro livro da trilogia Fora da Lei da autora nacional M. S. Fayes cujo os direitos de publicação são da Editora Charme. 

O que acontece quando uma aluna excepcional de direito e um dos melhores advogados da área se encontram? Bom, se esse cara da capa for o advogado - amiga - vou me formar em direito também! 
Opa! Voltando a falar do livro (continuo a me deixar levar pela imaginação com essa capa. Ok, se concentra), Gabe é imbatível nos tribunais e ganha todos os casos até que encontra Kate e, entre muitos duelos de palavras nos tribunais onde se encontram, os dois viverão um tórrido romance. 

Absoluto está em pré-venda - http://goo.gl/UQHnO4

Resenha - Colin Fisher de Ashley Edward Miller e Zack Stentz

Postado em terça-feira, 15 de abril de 2014





"Sherlock Holmes não era apenas um detetive - ele foi o primeiro super-herói do mundo."











Colin Fisher foi uma surpresa agradável. Estava ansiosa para ler, pois sabia que era de autoria dos colaboradores do filme X-Men Primeira Classe e Thor, os filmes que me fazem sentar em um sofá e assistir televisão. 
Quando chegou aqui em casa e vi que o livro tinha menos de 200 páginas, confesso que fiquei um pouco com o pé atrás. Mas minha curiosidade foi além e o li no mesmo dia que chegou. 

E tenho que admitir, virei fã de Colin Fisher. 

Se tiver camiseta para vender, eu compro! Colin é um menino que encanta qualquer leitor. Ele sofre de uma doença chamada síndrome de Asperger, que deriva do autismo, só que um dos sintomas que vem na bagagem de Asperger é ser altamente inteligente e curioso.
Um menino com síndrome de Asperger quando quer saber sobre algo o estuda até entender literalmente tudo sobre o assunto que o deixou interessado. Colin é assim, e por não entender nada no pejorativo seus diálogos com o leitor deixam a história ainda mais interessante. 
Não havia lido a sinopse, então não sabia que Colin era fã de Sherlock Holmes e que sua história seria como a do detetive nos tempos de hoje. Quando terminei de ler o livro e descobri que cada aluno da escola de Colin é um personagem da história de Sherlock, o efeito foi direto - me apaixonei.
Colin Fisher é testemunha quando um tiro acontece em meio a uma confusão no salão de recreação de sua escola, e ele é o único que ficou e viu a arma de perto. Ninguém sabe quem é o culpado e o único suspeito é um menino que adora atormentar a todos, inclusive Colin. Mas o Sherlock Holmes adolescente não deixará só a polícia atrás do caso e vestirá o deerstalker se for preciso para desvendar o verdadeiro portador da arma. 
Terminei de ler o livro pensando que Colin Fisher é o máximo e outras histórias poderiam vir facilmente depois do término deste livro. Não se engane, qualquer fã do detetive mais famoso do mundo conseguirá distinguir Watson, Moriarty e até, quem sabe, A mulher. 
Colin merece por direito conquistado um lugar na estante ao lado dos contos de Arthur Conan Doyle e dos DVDs de Sherlock da BBC. Um livro instigante e maravilhoso. Sem mais, Colin é perfeito em tudo!


Informações adicionais:

Título Original:Colin Fisher
Título Nacional:Colin Fisher
Autor: Ashley Edward Miller e Zack Stentz
Lançamento: 2014
Páginas:176
Categoria: Juvenil
Editora: Novo Conceito
Série: Não

Resenha - O Futuro de Nós Dois de Jay Asher e Carolya Mackler

Postado em terça-feira, 8 de abril de 2014




"Foi amor porque valeu a pena".












O Futuro de Nós Dois das autoras Jay Asher e Carolya Mackler foi uma surpresa gostosa para o meu final de semana. Um livro rápido e delicioso de ler. 

A capa é p.e.r.f.e.i.t.a. Nunca tinha olhado a capa profundamente e quando o fiz, logo antes de começar a leitura vi o quanto ela é linda. Os detalhes dizem tanto sobre o livro que passa a sensação de que quem o fez, também se apaixonou pela história assim como eu. 

Quando comecei a ler, me senti parte da história, porque vivi essa história que Emma e Josh estão narrando. Quando Josh dá a Emma o CD-ROM da AOL para que ela fizesse seu primeiro e-mail, eles descobrem algo incomum, o estranho e desorganizado site chamado Facebook. 

Estão se perguntando como dois adolescentes não conhecem a rede social do Sr. Zuckerberg hoje em dia? Pois é, mas Emma e Josh não são adolescentes hoje. Eles eram adolescentes em 1996. 

Época em que celular era sinônimo daquele tijolão da motorola que seu pai carregava no cinto. Que computador da moda era aquele que o monitor era colorido e que o único passatempo que se gastava no virtual era jogando paciência ou conversando no bate-papo da UOL. 

É nesse contexto que Emma e Josh descobrem algo que só existe na conta da AOL de Emma. E é aos poucos que os dois amigos vão descobrindo que o tal de Facebook, onde pessoas loucas escrevem suas vidas para todo mundo ler e que conseguem ter mais de 400 amigos, é na verdade um passo para o futuro dos próprios personagens. É eles dali a 15 anos. 

É pela visão deles que vemos o que seria se fosse implantado o Facebook em 1996. Será que as pessoas se acostumariam com a rede social ou a civilização não estava pronta para algo assim ainda? O que Emma e Josh descobrem é que um tropeço que não deveria ter existido consegue mudar até o status de relacionamento do Facebook deles dali a muitos anos. 

O livro é leve e rápido de ler, mas não se engane, a história passa uma reflexão dos dias de hoje muito legal de se pensar. Os pensamentos de Emma e Josh sobre quem eles serão dali a 15 anos só pelo status do Facebook, já diz como nós mesmos somos agora. Os personagens representam todos nós, que no passado tínhamos que esperar até meia noite para poder se conectar de graça na internet e que hoje prefere assistir ao pôr do sol pela câmera do celular ligado no vídeo do instagram e perder a beleza que só os olhos podem enxergar. 

O Futuro de Nós Dois acaba sendo a revelação do futuro de todos nós que vivenciamos 1996 e que estamos hoje aqui dando bom - dia para nossos 600 amigos virtuais. O que fica é que o Facebook acaba sendo o próprio futuro mesmo. Quantas vezes a gente não se pega digitando na busca o nome de um colega do colegial só para descobrir que hoje ele está casado, colocando foto do primeiro bebê e comentando sobre seu lado profissional no status. É realmente como se nós pudéssemos ver o futuro de qualquer pessoa que passou por nossas vidas, porque 99% delas tem uma conta em alguma rede social. 

Enquanto o livro fala sobre o futuro, eu gostei de voltar ao passado. De lembrar do barulho que a conexão fazia naquela época. Uma rápida leitura em um final de semana qualquer, mas que vai deixar sua reflexão guardada comigo para sempre. 

Último status: Acabei de ler um livro que me lembra que os bons momentos estão naqueles vividos aqui e agora. 

Roh Dover está offline. 


Informações adicionais:

Título Original:The Future of Us
Título Nacional: O Futuro de Nós Dois
Autor: Jay Asher e Carolya Mackler 
Lançamento: 2013
Páginas: 381
Categoria: Juvenil
Editora: Galera Record
Série: Não

Notícia - Vida de Mammy de "E o vento levou" será contada em livro

Postado em domingo, 6 de abril de 2014


 
Mesmo que você não tenha lido ou assistido a adaptação para os cinemas de "E o vento levou", já deve ter ouvido falar deste clássico em algum momento da sua vida. Escrito por Margareth Mitchell e lançado no ano de 1936, o livro de mais de 900 páginas tornou-se um sucesso e em 1939 foi adaptado para os cinemas, trazendo os atores Clark Gable e Vivien Leigh nos papéis principais. A história se passa no sul dos Estados Unidos e retrata o período da Guerra Civil, durante o século 18. Uma das personagens importantes do romance é Mammy, a escrava que cuida de Scarlet O'Hara desde que ela nasceu, e pertenceu anteriormente à sua mãe. A atriz Hattie McDaniel, que interpretou o papel de Mammy no filme ganhou o Oscar de melhor atriz coadjuvante. O escritor Donald McCaig, autor do livro "O clã de Rhett Butler" - publicado no Brasil pela Rocco e lançado em 2008 - pretende escrever uma história retratando a vida de Mammy. Já autorizado pelo espólio de Margareth Mitchell, o livro será uma forma de correção da maneira como o negros foram retratados em "E o vento levou", pois não há muitos detalhes de Mammy no livro. Especialista em história norte-americana, McCaig contará sobre a vida de Mammy, que até já ganhou um nome - Ruth - antes da trama de "E o vento levou". A editora responsável pela publicação de "Ruth's Journey" será a Atria Books, que deverá chegar nas livrarias americanas no mês de outubro deste ano. 


Hattie McDaniel como Mammy - Foto: O Globo



Fontes: O Globo 
                  The New York Times


Boa Leitura!

Via a Condessa - A Nuvem que Pintou a Quarta de Cinza

Postado em sexta-feira, 4 de abril de 2014




Hoje queria ser um gato. Para poder ser dona de mim mesma, te olhar de maneira esnobe, abanar o rabo de maneira metida e te dar uma lambida áspera. Áspera seriam minhas palavras se elas saíssem fluídas de minha boca.

Queria poder ser um gato, só hoje, para poder saber quando alguém está a espreita de você. Erguer as orelhas e saber daquele milésimo de futuro que só os felinos conhecem.

Acima de tudo queria poder cair em pé.

Queria poder te arranhar até sair sangue. Queria matar só por diversão. Queria ter a liberdade que só os gatos tem dentro de seus quintais.
Queria ter sete vidas para ter sete escolhas diferentes.
Queria poder que minha responsabilidade fosse aquela única de prezar às 16 horas de sono. E fazer isso muito bem. Saber disfarçar as emoções. Ou melhor, não ter emoções. Ter aquela calma do olhar de um gato quando está tomando seu banho de sol.
Mas para que eu vire um gato, teria de renunciar tudo que já vivi. E este é um motivo forte o suficiente para que eu continue humana.
Sabe aquela nuvem ali que pintou minha quarta de cinza? Ela não sabe que guardo em um bolso a tinta dourada que a fará esmaecer.


Resenha - Allegiant de Veronica Roth

Postado em terça-feira, 1 de abril de 2014




"Eles estiveram nos assistindo".












Se eu já achava que tinha problemas com finais de séries, sagas ou trilogias, Allegiant me fez concretizar essa dúvida. Último livro da trilogia distópica de Veronica Roth, publicado pela Editora Rocco no Brasil, foi como todos os finais são para mim - difíceis de chegar até o final. 

Não porque o último livro é ruim ou lento na narrativa. É algo pessoal que venho percebendo há tempos. Aconteceu com Finale de Becca Fitzpatrick, com Shadowspell de Jenna Black, acontece com A Dança dos Dragões de George R. R. Martin que não é final, mas é o último publicado até agora. Eu começo a leitura e pá! travo. Não consigo ir além, algo faz com que eu prefira assistir até televisão - que é algo que não faço frequentemente - do que terminar a leitura. 

Com Allegiant cheguei até a olhar o livro para voltar na leitura e quando o peguei nas mãos pensei "Ah! Tem louça para lavar, vou lá arrumar". Deixei o livro e fui lavar louça! #Oi?! #IssoNãoÉNormal

Mas algo dessa vez foi mais forte. Algo disse "vá lá terminar, você precisa terminar, precisa saber como vai acabar". E lá fui eu, com o coração pesado, terminar a leitura de Allegiant

Para começo de conversa, o livro é bom. Se você é daqueles que tem medo do último livro por pensar que a autora pode destruir suas expectativas, Allegiant é o livro que você pode ler sem receio. 

Mas há algumas ressalvas sim. Não gostei da explicação dela sobre os experimentos. Genes pra lá e genes para cá não me conquistaram e não me fizeram acreditar que tal coisa pode ser possível. Há vários fios soltos na história conforme a autora vai nos explicando tudo que ela vem guardado desde Divergent. E conforme ela vai dando as respostas, mais perguntas iam surgindo na minha cabeça. 

Também não me dei bem com Four narrando a história, eu simplesmente não lia a parte dele como se fosse ele, eu lia como se fosse a Tris e isso me deixava louca porque eu tinha que parar a leitura e pera! É o Four narrando? 

No final isso foi amenizado um pouco, já conseguia separar a personalidade dele com a de Tris e isso talvez se deva ao fato que a própria autora foi separando as duas personalidades enquanto escrevia. 

O livro é mais lento do que os outros dois? Sim. Há muito explicação e poucas horas de ação, mas não me afetou tanto essa parte. Talvez porque eu estava ávida para saber o que diabos tinha na outra parte da cerca. 

Um dos pontos positivos do livro é claro que Veronica Roth consegue escrever magnificamente e isso continua em Allegiant. Sobre o final, achei válido. Veroronica Roth construiu uma personagem incrível, Tris tem meu eterno respeito e admiração. E isso é visto em todas as páginas desde Divergent até Allegiant. A personagem não saiu fora do foco quando fez a escolha que fez, na verdade, ela continuou sendo a Tris que conhecemos até o final. 

Basta dizer agora que o desfecho foi um adeus a melhor distopia que li até hoje. Em todas as horas de ação, em todos os suspenses e em todos os personagens tão bem criados. Veronica Roth construiu uma história - Com ressalvas? Sim - mas que vale a pena ser lida. Muito a pena ser lida até o seu final.

Informações adicionais:

Título Original: Allegiant
Título Nacional: Convergente

 Autor: Veronica Roth
 Tradução: - 
Lançamento: 2013 
Páginas: 526 
Categoria: Dsitopia  
Editora: Rocco
Série: Sim. #3 de #3
Skoob

O TriSortudo é: Kit Fenix a Ilha, Quando Tudo Volta & Kit A Filha do Louco, O Começo de Tudo

Postado em segunda-feira, 31 de março de 2014
Preparados? Então aqui vai o resultado das duas promoções que rolaram no blog no mês de março:

  • Fênix a Ilha + Quando Tudo Volta + bottons + pôsteres.


  • A Filha do Louco + O Começo de Tudo + bottons + pôsteres. 




A equipe do TriBooks agradece imensamente a participação de todos! Fiquem ligados que mais promoções estão por vir \o/

Quando a Capa do Livro faz toda Diferença na Hora da Compra

Postado em domingo, 30 de março de 2014
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Não sou muito chegada em James Patterson. Já li alguns dos títulos, mas sempre achei o autor daqueles que se utilizam da famosa receita de bolo usada nos livros policiais e isso faz com que não me interesse por ele quando vou na livraria ou quando sai algum lançamento. 
Mas devo dizer que capas para mim fazem, sim, toda diferença na hora da compra. Eu sei como é a escrita de James Patterson, sei que o autor não me convence muito e mesmo assim, quando a Arqueiro me enviou por e-mail os lançamentos de abril, eu olhei a capa de Os Assassinos do Cartão Postal e fiquei fissurada. Tipo, eu necessito desse livro pra ontem! 
Olha só! Eu nem gosto tanto do autor, mas vejam o que uma capa bem feita faz comigo. Além de querer por questão, óbvio, de necessidade (eu necessito, necessito, necessito desse livro), uma capa bem produzida me faz ir até além de comprar o livro e o deixar na estante. Eu quero lê-lo. Quero devorar o livro. Quero que ele fique na minha cabeceira.  Pronto, eu vou comprar!


#WellDone Arqueiro \o/

Notícia - Blog de George R. R. Martin para de funcionar após postagem de capítulo novo da saga As Crônicas de Gelo e Fogo

Postado em sábado, 29 de março de 2014

George R. R. Martin publicou mais um capítulo inédito do sexto e penúltimo volume da saga As Crônicas de Gelo e Fogo em seu blog  (Not a Blog). Mercy, o capítulo retirado do livro Winds of Winter foi visto por tantas pessoas que quebrou o serviço de website do autor, que parou de funcionar. Martin publicou outro post pedindo desculpas por ter ficado fora do ar. 
Vocês podem conferir o capítulo em inglês, no site de Game of Thrones BR


TriBooks Leu em Março

Postado em sexta-feira, 28 de março de 2014






Impresso:
Allegiant de Veronica Roth
Um Conto do Destino de Mark Helprin (lendo)
Cidade das Cinzas de Cassandra Clare
E-book:
Blogging Heroes


E aí, galera. Quais foram as leituras desse mês de vocês? Deixem suas indicações nos comentários ;)

PS: Vocês deram "Oi" para mim na foto? Sim, esqueci que iPad tem reflexo ¬¬