TAG: TBR (To Be Read) Quero Ler

Postado em terça-feira, 21 de outubro de 2014
Vi essa TAG no blog GReads, sobre a listinha que todos nós leitores temos dos livros que queremos ler, chamados em inglês de TBR e decidi trazer aqui para o blog por achar as perguntas bem legais.

1 - Como você controla sua lista de livros que vai ler?

O Skoob me ajuda muito a controlar a lista de livros que eu já comprei e que ainda não li. Mas quase nunca o uso para catalogar os livros desejados (que serão comprados). Então eu divido entre uma lista no meu iPhone e outra na minha agenda. E olha que ambos estão cheios.

2 - Seu TBR tem mais livros impressos ou e-books?

Impressos com toda certeza. 

3 - Qual o livro que está a mais tempo no seu TBR?



Brisingr, terceiro livro da quadrilogia de Eragon. Descobri isso agora de acordo com o Skoob e estou chocada. Comprei o livro assim que saiu nas livrarias e já fazem anos!!! Está na hora de subir ele na lista.

4 - Qual o último livro que você adicionou no TBR?



Luva Vermelha, segundo livro da trilogia Gata Branca de Holly Black. Quando vi na livraria surtei! Li o primeiro livro e foi assim que minha paixão por Holly Black começou.

5 - Um livro que está na sua lista somente porque tem uma capa linda.



6 - Um livro que você colocou na lista mas que na verdade não pretende lê-lo.



Na verdade quando foi lançado eu queria muito ler, estava super ansiosa, mas li tanta resenha negativa que não pretendo ler tão cedo.

7 - Um livro que ainda não foi publicado, que já está na sua lista e que você está super ansiosa para ler.



O Bicho de Seda, por Robert Galbraith, pseudônimo da Deusa J.K.Rowling. Lançamento 1 de novembro de 2014.

8 - Um livro que está no seu TBR e que todo mundo já leu menos você.



Eu sei... #shameonme.

9 - Um livro que está na sua lista porque todo mundo te recomendou.



O Pacto, de Jodi Piccoult. Minha amiga me recomendou a escritora em sí, pois muitos livros dela são excelentes. Li 19 Minutos e fiquei encantada. Então, depois, me recomendaram O Pacto, dizendo que era um dos melhores da autora. 

10 - Um livro que está no seu TBR e que você está morrendo de vontade de ler.



Sangue e Estrelas, segundo livro da trilogia Feita de Fumaça e Osso de Laini Taylor.

11 - O número de livros que está atualmente no seu TBR de acordo com o goodreads (ou skoob).

De acordo com o skoob, tenho:

que rufem os tambores...

262 livros não lidos.


Resenha - Dublin Street de Samantha Young

Postado em sábado, 18 de outubro de 2014




Cinquenta Tons de Cinza com personagens legais. Mas ainda assim, um Cinquenta Tons de Cinza e ainda assim vale a pena a leitura.












Até que ponto pode-se dizer que é plágio uma obra? Essa foi uma das perguntas que me vieram a mente enquanto lia Dublin Street de Samantha Young. Sabe quando você pega um template pronto e faz o seu próprio blog moldando o que já existe? Young pegou Cinquenta Tons de Cinza e moldou sua história em uma pré-existente. 

Branden é um empresário super rico que não era amado pela mãe quando criança, por isso a família de seu pai sempre foi o verdadeiro lar de Branden. Ele tem uma meia-irmã chamada Ellie, que é linda, fofa, engraçada e simpática que mora em um apartamento muito grande e chique. A família de Branden é rica, perfeita, com quatro filhos e a madastra de Branden o ama como um verdadeiro filho e preza por sua segurança.

Nunca ouvi essa história antes. 

Jocelyn perdeu os pais quando era criança e tem um passado turbulento que prefere esconder, com problemas para ser social ela nunca teve um relacionamento e sempre vive fugindo das pessoas para não correr o perigo de se afeiçoar a ninguém. Quando encontra um apartamento para morar ela logo de cara gosta de sua colega de moradia, Ellie.  

Talvez se eu inverter algumas coisas entre os personagens, eu.. Bem, acho que já ouvi essa história antes. 

Jocelyn acaba conhecendo o Sr. Grey... Ops, não! Professor Gabriel Emerson. Não, não! Branden! BRANDEN!

Deixando a ironia de lado. Dublin Street utiliza-se como base o livro Cinquenta Tons de Cinza e isso fica claro em toda construção do livro. Alguns momentos são tão iguais que eu cheguei a me pegar pensando se a autora não ficou com medo de receber um processo de plágio nas costas. 

Mas não digo que Dublin Street é a copia barata de algo. Samantha faz com que nós nos afeiçoamos aos personagens, que são bem mais normais que o casal Grey e Steele. Ok, talvez seja uma copia barata sim, mas é ao menos suportável de ler. 

Branden é um Sr. Grey sem todos os problemas psicológicos que o outro personagem carrega. Ele é rico, bonzinho, amoroso, legal e engraçado. Jocelyn não tem nada de Anastasia, ela é uma mulher que tenta ser forte, independente, que herdou uma herança bilionária dos pais e não quer nenhum tipo de relacionamento. 

Young pegou Cinquenta Tons de Cinza como base, tirou a repetitividade, os complexos dos personagens, deu uma lapidada aqui e outra ali e tcharam! Nasceu Dublin Street. Mas o livro ainda assim conquista o leitor, tudo por causa dos personagens. Branden e Joss formam um casal legal, engraçado e interessante. 

Apesar da mistura já vir pré-aquecida, Dublin Street tem um toque secreto que Young coloca que o faz ser interessante para o leitor. 

Informações adicionais:

Título Original: On Dublin Street
Título Nacional: Dublin Street
Autor: Samantha Young
Lançamento: 2014
Páginas: 395
Categoria: Romance/Adulto
Editora: LeYa
Série: Sim. 

Resenha - Iluminadas, de Lauren Beukes

Postado em sábado, 11 de outubro de 2014




Estilo Cuco, de Julia Crouch. O enredo é sensacional, mas o final...










Imagine que você é a única menina de uma série de estupros que saiu viva. Você cresce querendo apenas uma coisa: ser policial para que procure casos iguais ao seu e tente evitar que monstros destruam a vida de meninas. 

Agora imagine que você é um cara que possui uma chave mágica. E que toda vez que gira a chave na fechadura da porta da frente de sua casa, descobre estar ou no passado ou no futuro. O que você faria se estivesse em posse dessa chave mágica?

Essa é a história aterrorizante de Iluminadas, de Lauren Beukes. Kirby é a menina que sofreu o estupro e que só saiu viva pela ajuda que recebeu. Ela ainda vive com medo de que o cara volte para completar o trabalho, por isso vive para aprender a se defender e entra para a policia para cuidar de casos iguais ao seu. Já Harper é o cara com a posse da chave mágica. 

Ele a usa para voltar em diferentes tempos e escolher meninas, que ele chama de iluminadas, para estuprar e matar. Kirby foi uma dessas meninas que sem querer saiu viva e desalinhou a organização meticulosa de Harper. Ela logo percebe que em determinadas épocas, que variam de 100 a 60 anos de diferença, casos iguais ao seu são relatados e fechados pela policia sem um assassino responsável. Kirby começa a se perguntar como é possível tantos anos de diferença quando um mesmo padrão é encontrado nesses estupros.

Lauren sabe escrever thrillers, isso eu posso dizer. Só a sinopse já instiga para que o leitor se interesse pelo livro. E se existisse um serial killer que pudesse pular no tempo? Como se pega um cara desses?

Em Iluminadas, nós temos a visão de Kirby e de Harper. O enredo é rápido e as ações são de tirar o folego. Eu li o livro em um dia. Não fui capaz de deixar ele na cabeceira da cama, era questão de necessidade. 

Eu precisava descobrir o final da história. Eu queria que Harper fosse pego. Poxa! Uma chave mágica existe no nosso mundo e quem encontra é um serial killer psicopata? Sacanagem, podem colocar esse cara atrás das grades.

O problema mesmo foi o final. Um pouquinho fantasioso demais, algumas pessoas podem achar que foi complacente como o jeito do livro. Eu achei um pouco demais na fantasia e um pouco de menos na explicação. 

Mas é bem estilo Cuco, de Julia. Iluminadas é aquele livro que o começo e o meio são tão extraordinariamente bem construídos e viciantes que mesmo que o final seja um lixo, vale muito a pena a leitura. 

Informações adicionais: 

Título Original: The Shinning Girls
Título Nacional: 
Iluminadas
Autor: 
Lauren Beukes
Lançamento: 
2014
Páginas: 320

Editora: 
Intrínseca
Categoria: 
Thriller

Formato: Impresso
Skoob

Resenha - Thirteen Reasons Why, de Jay Asher

Postado em sábado, 4 de outubro de 2014




Você espera muito de um livro e ele acaba não sendo nada do que você imaginava.












Eu tenho Os 13 Porquês de Jay Asher na minha estante muito, mas muito antes dele sequer ter uma editora brasileira com os direitos. A sinopse chamou minha atenção, a capa é interessante e pá! Comprei o livro. 

E ele ficou na estante durante anos e toda vez que eu o via, pensava: "Eu tenho muita vontade de ler esse livro", mas acabava não lendo. Passava ele para a próxima lista de leitura e para a próxima e para a próxima até que o Clube do Livro de Ribeirão Preto na qual eu participo (apesar de fazer aí uns meses que ando sumida) decidiu ler Os 13 Porquês

Eu adorei a escolha. Enfim eu leria o livro e agora não poderia passar ele adiante. Comecei a ler a história de Hannah e Clay no mesmo dia quando cheguei em casa. E no primeiro capítulo eu já criei uma barreira entre eu e o livro.

E isso foi o fim do nosso relacionamento de anos. 

Hannah é uma adolescente que se suicida e deixa 13 fitas contando em cada uma delas o porquê ela se matou e envia para cada um dos 13 culpados explicando porque eles tem envolvimento com seu suicídio. 

O tema é super complexo, mas o tom é muito juvenil. Hannah era uma adolescente que sofria bullying e mesmo depois das treze explicações que ela deu, eu ainda não entendi porque ela se matou. Entender, eu entendi. A palavra certa seria: aceitar. Eu não aceitei.

Talvez porque o meu mundo e o de Hannah sejam completos opostos e por nunca ter estado na pele dela, eu não tenha entendido a personagem. Para mim, cada porquê seguido de porquê ainda não era suficiente para o que ela tinha feito com ela mesma. E depois da sua morte ainda assim penalizar os agressores, eu não vi onde ela quis chegar com aquilo. Afinal ela estava morta, então não poderia ser por vingança. Ela não estaria ali para ver o que aconteceria depois... ela se matou. Ela se matou! Isso não encaixa na minha cabeça, nada do que ela tenha feito para mim faz com que a personagem seja melhor na minha visão, porque tudo volta no começo: ela era uma adolescente que sofria bullying e se matou. 

Parando para analisar o livro agora, depois de ter lido ele a algum tempo, talvez eu concorde que a escrita de Jay Asher, muito diferente da que eu li em O Futuro de Nós Dois, seja boa e tenha conquistado os leitores que vivem no mundo de Hannah e de Clay. Mas sei que ele falhou em conquistar os leitores que não vivem nesse mundo e que não passam ou que veem pessoas passar pelos problemas que Hannah passou. 

Meu relatório final para o livro é: leia se você ainda for adolescente que vive nos dias de hoje na escola. Mas se você for aquele jovem que já passou da faculdade e só tem memórias boas sobre o colegial, há outro livros sobre bullying que irão te afetar mais que Os 13 Porquês, um exemplo de um livro que aborda fantasticamente este assunto é Dezenove Minutos de Jody Piccoult e aí sim, eu poderei dizer para você: boa leitura!

Informações adicionais:


Título Original:Thirteen Reasons Why
Título Nacional: Os 13 Porquês
Autor: Jay Asher
Lançamento: 2007
Páginas: 304
Categoria: Juvenil
Editora: Razorbill
      No Brasil: Editora Ática
Série: Não
Formato: Impresso

Resenha - Cidade das Cinzas, de Cassandra Clare

Postado em sábado, 27 de setembro de 2014




Sabe quando você dá uma segunda chance para alguém e acaba valendo a pena? Eu dei uma segunda chance para Cassandra Clare.











Confesso que quando eu li Cidade dos Ossos, primeiro volume da saga Os Instrumentos Mortais, de Cassandra Clare eu não estava em um momento bom para ler fantasias juvenis e o que aconteceu foi que eu quase quis me matar enforcada quando li o livro de tão angustiante que foi a leitura. 

Eu não me lembro do porquê eu não estava em um momento bom, mas hoje, depois de ter lido o segundo livro da saga, Cidade das Cinzas, cheguei a conclusão que eu posso ter sido influenciada por questões exteriores. 

É isso ou realmente o primeiro livro é pior que os outros da saga. O que acontece. Conversando em uma roda de amigos já escutei gente falando que eu precisava superar o primeiro livro da série Academia de Vampiros porque o sexto e último livro da saga valia muito a pena o fiasco dos outros cinco livros. 

É... não. Não vou ler cinco livros ruins para chegar em um futuro sexto que é  bom. Ok, talvez eu tenha comprado o primeiro e ele esteja na minha estante, mas só para eu tirar a curiosidade se ele é ruim mesmo. 

Se me perguntarem o que achei de Cidade dos Ossos, eu continuo com a mesma opinião de dois anos atrás. Não gostei. Mas eu gostei do trailer do filme, achei o filme legalzinho e como eu já havia comprado o segundo livro junto com o primeiro, resolvi dar outra chance para Cassandra Clare. 

Eu quero gostar da autora! Ela gosta de Harry Potter, tem uma cara simpática, escreve fantasia e tem anjo envolvido no enredo. 

É uma questão de honra gosta de Cassandra Clare. Mas também é uma questão chamada "Tenho criatividade excelente, mas não sei escrever bem". Talvez seja isso que aconteça com a autora. Ou sou eu mesma que ainda não engoli o fato de que Claire e Jace podem ser irmãos (eu sei que eles não são, mas aquilo no primeiro livro ficou na minha cabeça e não sai nunca mais). 

Vocês podem dizer que Cersei e Jaime também são irmãos e eu ainda assim acho que George Martin é o Deus da Escrita. Acabei de comparar Cassandra Clare com Martin, vamos parar por aqui para não ficar mais vexaminoso ainda. 

A questão é que eu gostei de Cidade das Cinzas. Não foi uma leitura torturante igual ao primeiro livro. Foi...legal. Sabe quando você entra na livraria e avisa para o amigo "esse livro é legal"? Cidade das Cinzas é legal. 

Se eu tivesse comprado o terceiro livro eu com certeza abriria ele depois de terminada a leitura do segundo para continuar com a história de Claire. A escrita de Cassandra ficou visivelmente melhor no segundo livro da série e te chama para continuar a leitura do livro. Mais ações acontecem e mistérios são colocados no ar. 

As aventuras também são bem mais interessantes que Cidade dos Ossos

Ainda que eu ache a ideia da autora mais sensacional que seu estilo de escrita, Cidade das Cinzas provou que as vezes precisamos dar uma segunda chance para o autor e que muitas vezes não iremos nos arrepender do ato. 

Informações adicionais:

Título Original: City of Ashes
Título Nacional: Cidade das Cinzas
Autor: Cassandra Clare
Lançamento: 2011
Páginas: 404
Categoria: Juvenil/Fantasia
Editora: Galera Record
Série: Os Instrumentos Mortais. Livro 2.
Formato: Impresso

Resenha - Azul da Cor do Mar de Marina Carvalho

Postado em sábado, 20 de setembro de 2014



Com uma escrita leve, Marina surpreende em Azul da Cor do Mar.













Você já vai ter ouvido, assistido ou lido algo como o enredo de Azul da Cor do Mar de Marina Carvalho, mas mesmo assim ainda vai gostar da história.

Tem aquele tipo de história que você já viu milhões de vezes, sabe quando a E.L.James escreveu Cinquenta Tons de Cinza e depois nasceu uma enxurrada de Senhores Cinzas pelo mundo literário? Você acaba desistindo de todos de tão parecidos que são e acaba criando uma aversão a tudo que seja meramente igual ao "original" (leia-se mais famoso, o melhor marketing).

Isso não acontece com o livro de Marina. Apesar da velha história da menina ir trabalhar na empresa de um cara que é um pé no saco e magicamente eles se apaixonam perdidamente, a autora consegue no meio do clichê construir algo único. 

Eu não li a primeira obra da autora, Simplesmente Ana, mas caiu nos meus ouvidos que a história era bem no estilo de Diário de uma Princesa de Meg Cabot. Quando as pessoas falaram desse jeito, eu automaticamente não quis ler o livro por achar que deveria ser uma cópia barata da diva mundial. 

Mas a escrita de Marina Carvalho não é uma cópia barata e esqueceram de mencionar o estilo único da autora nacional. 

Azul da Cor do Mar é sim aquela história construída que você já sabe como termina, mas o valor da obra está em como ela é escrita. 

Rafa é apaixonada platonicamente por um misterioso menino que encontrou na praia quando era criança. O que se lembra dele é apenas a cor do olhos, mas isso significou que desde aquele momento no passado até o dia em que ela se encontra a procura de um trabalho, Rafa passou a escrever cartas para esse menino. Até que Bernardo entra na vida de Rafa, ele é seu chefe na redação de jornalismo investigativo e vai atazanar a vida da personagem com seu jeito rude e grosseiro... e charmoso, e gostoso e que vai fazer Rafa sair dos sonhos com o menino misterioso e pensar mais na realidade dela com Bernardo. 

A escrita leve de Marina faz com que a história seja uma leitura gostosa e rápida. Sem enrolação, o enredo é direto e conciso. Azul da Cor do Mar é um daqueles livros que eu fico me imaginando lendo sob a sombra fresca de um guarda-sol enquanto as ondas do mar batem na areia e fazem aquele chuá chuá chuá

Informações adicionais:

Título Original: Azul da Cor do Mar
Autor: Marina Carvalho
Lançamento: 2014
Páginas: 334
Categoria: Juvenil/ Chick-lit
Editora: Novo Conceito
Série: Não

Carta Aberta à Bienal Internacional do Livro de São Paulo de 2014

Postado em segunda-feira, 25 de agosto de 2014


A pior raça para deixar irritado é o jornalista, vocês deveriam saber disso. Não importa que seja da Folha de São Paulo ou que "só" tenha o MTB, nós iremos achar um jeito de colocar para o mundo nosso relato. Especialmente se esse relato vier cheio de estresse causado por um evento que deveria ter o mínimo - o mínimo -  de organização. 
Não vou escrever difícil, nem "emperiquitar" o texto. Eu quero que todos saibam o que aconteceu comigo na Bienal Internacional do Livro de São Paulo de 2014. E quero que seja claro. 
Eu e mais três amigos saímos de Ribeirão Preto dia 23 de agosto, sábado, às 5 da manhã para chegar na rodoviária Tietê às 9h20. A fila do tal ônibus gratuito que levava até a Bienal rodava o quarteirão inteiro, então decidimos ir a pé até a Bienal, já que é super perto da rodoviária. 
Chegando perto do Anhembi e não acreditávamos no que estávamos vendo. Uma fila que saia da entrada do pavilhão até uma churrascaria que fica de frente com a avenida, de lá a fila fazia a volta de novo e ia até a outra ponta da avenida. 
A fila estava parada. Não tinha nenhum organizador - quando eu digo nenhum, eu quero dizer sem ninguém, zero, nulo - para organizar a fila que para começar, não deveria nem ter existido. 

Vamos brincar de "o que é, o que é":

O que o brasileiro faz quando não tem organizador ou segurança nenhum vigiando?
Faz errado é a resposta. 

As pessoas simplesmente começaram a furar a fila descaradamente. As pessoas lá da frente que estavam na fila parada não sabiam porque estava parada, mas a realidade era porque as pessoas do final da fila pulavam o cercado naturalmente e continuavam andando para o começo da fila sem problema algum. E quando eu digo pessoas, não era um grupinho de 10, 40 pessoas. Era um comboio de muitas pessoas passando na frente descaradamente.
Quando passamos pelo portão de fora da Bienal para chegar dentro do "terreno" do Anhembi, respiramos aliviado. Ufa! Conseguimos. 

O que não sabíamos era que o dia estava longe de começar. 

Eu e mais dois amigos fomos para o aglomerado de pessoas onde os seguranças estavam avisando que ali naquela muvucada toda era a "fila" para quem já tinha o ingresso. E outra amiga foi pegar o outro lado do apocalipse para pegar o credenciamento de jornalista.
O quê? Eu não disse que não consegui a credencial de jornalista, mesmo tendo feito quatro anos de jornalismo e ter um veículo de comunicação? Sim, eu não consegui e fui descobrir o motivo bem depois, aguardem.
Conseguimos fazer uma fila para entrar (Sim, ainda não tínhamos entrado na Bienal), só que a fila estava parada. A pergunta é: Por que a fila estava parada se as portas da Bienal já estavam abertas?Qual era o problema de só passar pela porta e passar o ingresso já comprado há anos luz na catraca?
Não respondam que é falta de organização melhor. A resposta certa é: não.havia.organização. Não havia um órgão de organização da Bienal. Não houve. Não teve. Não existiu.
Mas a resposta mais certa ainda é: Enquanto nós que já havíamos comprado o ingresso e estávamos parado, havia mais gente comprando ingresso. 

É bom ganhar dinheiro né? Não vai ter jeito de respirar lá dentro da Bienal? Todos os estandes vão tomar prejuízo pelo tanto de gente desajuizada?E você da organização da Bienal diz: "e eu com isso? Meu dinheiro está no bolso".

Depois de uma hora na fila esperando o pessoal furar fila lá na frente enquanto a gente ficava lá para trás, não pense que acabou. Porque quando cheguei para entrar na porta da Bienal, sabe o que eu e meus amigos tivemos a humilhação de ver? Um ser humano com uma blusa que dizia "organização" (que deveria ter sido pichada com a palavra "inexistente" por cima) dizendo na maior cara de pau bem assim: "Ingresso, quem já tem o ingresso? Pode entrar aqui." Passando o pessoal que havia acabado de chegar na frente do pessoal da fila. 

Nessa hora eu descobri que todo ser humano tem duas características natas:
1- gostar de rebaixar e humilhar outro ser humano.
2- ter instinto de assassinato. 

Tudo bem. Eu estava conseguindo finalmente passar pela catraca da Bienal. 

E o apocalipse zumbi estava me esperando à frente. 

Combinamos de encontrar nossa amiga que já havia entrado pelo lado da imprensa no estande da Novo Conceito. Só que para chegar no estande da Novo Conceito foi outra história que daria outra outra carta para vocês da Bienal. 


A estande da Panini foi uma das primeiras a sacar que eles deveriam bloquear a entrada do estande com fita e deixar as pessoas irem entrando de pouquinho em pouquinho. Só que a estande da Panini tinha um Darth Vader em tamanho real e as pessoas bloquearam a passagem inteira daquele corredor com a fila. 
E adivinha quem estava do lado da estande da Panini? A Novo Conceito, onde iríamos encontrar nossa amiga. Quando dei por mim parada na estande da Novo Conceito, eu realizei que eu não tinha visto nada da Bienal ainda e já estava com um stress como se eu tivesse andando 26horas sem parar no evento. 
Quando encontramos nossa amiga, ela narra o absurdo pelo qual ela passou para conseguir a credencial de jornalista
Para começar, professores, organização, expositores e imprensa pegavam credencial no mesmo lugar. Virou uma baixaria aquilo lá, e minha amiga teve a mochila rasgada por outra colega de imprensa porque a dita cuja disse que no meio da muvuca, ela estava com o pé direito na frente da minha amiga, então ela tinha o direito de ir na frente dela. Isso só para começar. 
Porque quando foi pegar a credencial, a ser humana que dizia ser da Organização Inexistente da Bienal disse que minha amiga não tinha o cadastro no sistema. Minha amiga então mostrou o MTB e a ser humana disse:

"Você é blogueira, não jornalista".

Podem rir. Eu deixo. A coitada não deve ter tido instrução na vida.
Por que para a Organização Inexistente da Bienal do Livro de São Paulo, é só ir ali no bar da esquina pedir um "MTB sem mostarda, por favor" que você consegue um. 

Minha amiga então mostrou o e-mail (viva o 3G) da própria Organização Inexistente da Bienal dizendo que o cadastro de jornalista tinha sido aprovado e só aí reconheceram magicamente que ela era jornalista. 

Porque para a Organização Inexistente da Bienal Internacional do Livro de São Paulo ou você é jornalista ou você é blogueiro. Jornalista não pode ter blog de literatura ativo, e de acordo com os Termos E Condições da Bienal de São Paulo no paragrafo Fila 2.000: Ser blogueiro anula totalmente seu MTB e os quatro anos de faculdade de jornalismo. 

Organização Inexistente da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, vocês pegaram a raça errada para pisar em cima. 

Alimentação: R$20,00 uma esfirra de carne e uma lata de Coca-Cola. Esse foi o meu almoço e de meus amigos. Mas tudo bem, é super normal ser absurdamente (e porque não ilegalmente) normal a comida ser cara desse jeito. 
Seria normal se às 16h59 não tivesse acabado a água sem gás das praças de alimentação. Cinco lugares, cinco filas depois e nada de água sem gás. No sexto lugar, a sexta fila, uma hora depois, me cobraram por uma água cinco reais
Um nojo, essa é a palavra de caracteriza a Bienal Internacional do Livro de São Paulo em 2014. Pessoas suadas e fedendo passando por mim, roçando em mim, me empurrando e dando cotoveladas nos corredores. Os estandes sendo roubados descaradamente. Sim, amiguinhos. Se você foi na tragédia da Bienal dia 23 de agosto, sábado, você com certeza passou por muita gente que tinha livro roubado naquela mala de rodinha fechada. 
Ninguém mais tinha controle de nada. 
Caos define a Bienal Internacional do Livro de São Paulo dia 23 de agosto de 2014. E tenho mais história para contar antes do final. E aconteceu na estande da Companhia das Letras. Entrei na estante porque adorava ( verbo no passado ) os livros da editora. Depois de comparar os preços do estande com os preços que estavam no site da Submarino (como todo leitor teve a inteligência de fazer) e descobrir que algumas promoções realmente valiam a pena eu enfrentei a fila gigante. Eu e minha amiga, aquela que pegou o MTB no bar da esquina de acordo com a ser humana da Bienal. Decidimos que aqueles livros valiam a espera. Ficamos andando na fila uns 40 minutos dentro do estande. Quando do nada, a fila para de existir e me sinto completamente perdida. Cade a fila? Para onde foi? Voltei para onde eu estava e perguntei para outra ser humana do estande da Companhia das Letras e expliquei que do nada a fila (que em primeiro lugar, o próprio pessoal da Cia das Letras mandou eu ficar) tinha acabado e ela me responde com um simples:  "Sim, vou te mandar para o final da fila".

Eu: "Moça, faz 40 minutos que estou na fila que vocês mandaram eu ficar, porque do nada você vai me mandar para o final da fila?"
Ser humana: "Vou te mandar para o final da fila, só que a fila para o caixa está de 2 horas"
Eu: "Não moça, espera. Não estou entendendo".
Ser humana da Companhia das Letras: "NÃO ESTÁ ENTENDENDO O QUÊ? É SÁBADO! É BIENAL".
Em choque eu tentei fazer ela entender que eu não estava brava com ela: "Moça, só estou querendo entender porque você está me mandando para o final da fila sendo que eu já estava na fila."
Ser humana: "Você não estava na fila, nunca esteve, aquela não era a fila do caixa."

Minha amiga vira para mim e fala: "Ro, esses livros não valem a humilhação". Joguei meus livros na mão da ser humana e fui embora.

Se não conseguiram entender, vou explicar mais detalhadamente:
1- O próprio pessoal da Companhia das Letras me encaixou na fila e disse que era para o caixa.
2 - a fila se dispersa, e mais tarde fui entender que esse pessoal da frente saiu sem pagar por isso dispersou.
3 - Me enviam para o final da fila, gritaram comigo e contradizendo o próprio coleguinha da editora, dizem que eu não estava na fila para o caixa. 

Foi o fim. Sentei no chão e comecei a fazer minha cartinha à bienal ali mesmo. Estande da Intrínseca e Rocco estavam com fila de espera para entrar no estande (sabe, só para olhar os livros) de 1 hora. Comprar livros nos estandes da Companhia das Letras e em outras editoras que não me recordo o nome (o trauma da Cia das Letras me fez memorizar) estava, como eles mesmos gritavam para os quatro cantos como se fosse um poema encantado, era de duas horas. 
Banheiro? Eu passei das 9 horas até as 20h30 sem ir ao banheiro. E meus amigos que foram pegaram filas quilométricas. Não estou exagerando. Filas quilométricas. 
Alguns estandes, apesar de toda calamidade catastrófica, estavam de parabéns. O pessoal da Arqueiro e Sextante, principalmente a Nathalia Alexandre, não perderam as estribeiras diante do holocausto. A editora Martin Claret, depois de eu avisar que o livro no estande deles que estava R$69,90, estava sendo vendido na submarino por R$29,90, cobriram o preço da submarino e eu, meus amigos e mais duas mocinhas que ouviram eu pechinchar, saímos com um sorriso na cara - o único do dia inteiro
Mas só. 

Nenhum estande estava preparado para receber todos aqueles animais irracionais que galopavam pela Bienal. 

O que fica é: Valeu a pena organização? Hein.. estou perguntando para vocês isso. Valeu a pena? Disseminou a cultura como ela deve ser disseminada?

Porque a minha resposta da minha experiência é que vocês mais tomaram prejuízos do que ganharam algo em troca. E eu não estou falando do dinheiro no bolso de vocês. Vocês sabem do que eu estou falando. As pessoas que estavam lá, elas estavam mentalmente bem? Porque um ser humano agir como ladrão, como desonesto, como sem educação em um lugar que dissemina a cultura e o conhecimento, aquelas pessoas, Organização Inexistente, elas não estavam agindo mentalmente sãs. 
Pelo que eu pude observar, aquelas pessoas com mala de rodinha andando pela Bienal, elas não são leitores. Pessoas que leem, sabem que para conseguir uma promoção boa na Bienal é pechinchar e fuçar nos livros. Não é saindo com 20 livros em cada mão. Leitores são aqueles que sabem que as promoções da Submarino com frete grátis sai mais barato e menos estressante do que uma fila de duas horas em qualquer estande da bienal.
E tudo isso que estou falando é de uma pessoa que como eu, só foi lá para passear. Por que os relatos das pessoas que foram conhecer os autores que tanto admiram são bem piores do que os que eu narrei por aqui. Meu amigo contou que encontrou duas meninas que viram uma menina desmaiar na fila para a senha da Cassandra Clare e o absurdo não foi ela ter desmaiado, foi o restante dos seres humanos presentes naquele local e que passaram por cima dela como se a menina fosse uma pedra. Outra quebrou o braço.

Organização Inexistente da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, uma menina quebrou o braço no evento de vocês. Valeu o dinheiro no bolso de vocês isso? Valeu?

O público alvo foi atingido? 
A minha resposta seria: Sim, foi atingido por fedores de suor, por humilhação em todos os lados e pelo stress. Só isso me atingiu na Bienal. 

Pergunto sobre o público alvo porque a menina que estava atrás de mim na fila estava triste porque não iria ver a Sophia Abraão, sabe... Aquela atriz da Globo. 
Pergunto sobre o público alvo porque decidiram lançar um livro do cantor Naldo em plena Bienal do Livro. E o problema não é o Naldo saber escrever, é que o público que ouve Naldo não é o público consumidor de livros. O problema não é uma atriz lançar um livro, é que o público que assiste novela da Globo não são os leitores que amam e prezam por uma boa literatura. 
E não vem falar que o objetivo é buscar essas pessoas. Por que não é! Olhe para o lado de vocês, o Brasil tem sim um público leitor grande e que cresceu muito de dois anos para cá. O Brasil lança livro de autor nacional a cada semestre. Existe mais de 5.000 blogs de literatura ativos, perguntem para as editoras quantos e-mails de parceria eles recebem toda vez que as inscrições são abertas. 
E não vem dizer que "é sábado, moça. É bienal". Não existe desculpa no mundo para o que houve no dia 23 de agosto de 2014 na Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Caos, desorganização completa, holocausto, apocalipse, humilhação. Fui tratada como animal indo para o abate.
Eu sai de lá com a certeza absoluta que eu não queria mais dar dinheiro nenhum para nenhuma editora nacional nesse país e que nunca mais na minha vida inteira eu passo perto de uma Bienal do Livro. 
Foi falta de organização do pessoal da Bienal, falta de organização nos estandes, falta de preparo do próprio pessoal das editoras, falta de senso, falta de respeito ao próximo, falta de noção, falta de educação, falta de inteligência e o pior, em plena Bienal Internacional do Livro de São Paulo, faltou cultura.


Atualização importante 02/09/2014:

A Lygia Pontes da organização da Bienal do Livro de São Paulo de 2014 entrou em contato por telefone com o TriBooks. Pediu desculpas pelo acontecido no dia 23/08/2014 e disse que novas formas de organização serão propostas para a Bienal de São Paulo em 2016 para que o ocorrido não se repita. 

O TriBooks vai na Bienal!

Postado em quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Se você espera que esse seja mais uma postagem de um blog literário contendo lista para organização da Bienal Internacional do Livro de São Paulo 2014, você não vai encontrar o que está procurando. Motivos? A pessoa por trás disso escrevendo nesse exato momento não consegue organizar nem os 500 livros da estante do quarto, quanto mais fazer uma lista para levar na Bienal
Ok. Talvez o necessário, certo?

- Mochila
- Documentos
- Legging
- Tênis confortável (ou seja, meu all star de todas as horas vai ser deixado de lado)
- Dinheiro para comprar livros
- Meu grito histérico para quando chegar no estande da LeYa e gritar "WINTER IS HERE!"

Não, esse último da lista infelizmente é só brincadeira. Se por acaso um doido gritar isso em frente ao trono de ferro, não sou eu! 
O TriBooks vai estar na Bienal dia 23/08/14, sábado. Eu, a Maju da Sociedade do Livro, a escritora Mariana Lucera e mais um amigo nosso estaremos lá a partir das 10h da manhã circulando pelos estandes. 
Estávamos programando o que fazer no dia, quando descobrimos que absolutamente todos os eventos legais da Bienal inteira foi mocosado (gíria para agrupado, sufocado, tudo junto e misturado, um em cima do outro...) no dia 23. 
Eu particularmente não quero pegar fila para nada, então estarei lá andando de um lado para o outro seguindo o fluxo sem me preocupar com "esse carinha da frente furou a fila, tia!". 
Meu objetivo é encontrar a Mariana Mortani do Magia Literária e entregar meu livro Antes que o Ano Acabe (Não, espera! Antes que o Verão Acabe). Me embananei, só porque estou desde janeiro dizendo que vou entregar meu livro para ela, mas agora vai, amém!
Outro objetivo muito importante é encontrar os livros abaixo:












Encontrar não é comprar! Uma das coisas que estou preparada na Bienal desse ano é estar com a internet funcionando, assim vou poder entrar no site da Submarino e se eu souber que pelo site o livro sai horrores mais barato do que na Bienal, não vou pensar nem uma vez em devolver o livro na estante.
Oremos para que o estande do Saldão Livros esteja lá esse ano de novo, será a única fila que oficialmente irei enfrentar. Nenhuma consumista literária assumida não enfrente filas por livros a R$2,00, não é mesmo?!

Programação do dia 23/08 da Bienal Internacional do Livro de São Paulo 2014:

8h – Retirada de senha para Harlan Coben em frente ao portão 2. 
10h às 12h - Retirada de kits para blogs parceiros no Estande Novo Conceito
10h - Retirada de Senha para Lucinda Riley no Estande Novo Conceito
10h - Retirada de Senha para Cassandra Clare no Estande Editora Record
10h- Retirada de Senha para Kiera Cass na Área da Seguinte no estande da Editora Companhia das Letras (D 500) 
10h30min – Bate Papo seguido de autógrafos com Harlan Coben na Arena Cultural. 
* Bate-papo: sujeito à lotação da Arena Cultural, não é necessário pegar senha. 
* Autógrafos: serão distribuídas 200 senhas no próprio dia 23/8 – a partir das 8 horas em frente ao portão 2. 
*. A senha é pessoal, individual e intransferível. 
*. A senha dará acesso a um espaço reservado na Arena Cultural. 
* Somente pessoas de posse de livros a serem autografados terão acesso ao espaço reservado na Arena Cultural, ainda que possuam senha. 
* Ao término do bate-papo que tem início às 10h30, o autor autografará dois livros por pessoa, sendo que um deles deverá ser "Seis anos depois". 
* Fotos só serão permitidas com o fotógrafo oficial do evento. 
* Câmeras pessoais não serão permitidas. 
* As fotos oficiais serão postadas no Facebook da editora Arqueiro em até 3 dias após a data do evento. 
11h – Encontro com Blogueiros no estande da Amazon
11h30min - Sessão de autógrafos com Tony Ferraz estande Universo dos Livros
12h – Encontro de Blogueiros com Bianca do HelloStar na Praça de Alimentação 
13h – Danilo Barbosa, Josy Stoque e Vanessa Bosso na Amazon
13h30min – Encontro de Vlogueiros – Booktube na Praça de Alimentação 
14h - Sessão de autógrafos com Bárbara Morais estande Grupo Autência
15h - Lançamento mundial de “As Sete Irmãs” com presença da autora Lucinda Riley Estande Novo Conceito.
15h30min - Sessão de autógrafos Cassandra Clare espaço para autógrafos no Estande da Editora Record (C600) 
• Não será necessária a retirada de senhas para o bate papo. 
• Será necessária a retirada de senhas apenas para autógrafos. 
• Serão distribuídas 500 senhas a partir do horário de abertura da Bienal. 
• A senha é pessoal, individual e intransferível. 
• É obrigatória a apresentação da senha na entrada da sala de autógrafos. 
• Serão permitidos 2 livros por pessoa, de qualquer edição, brasileira ou estrangeira. 
• Foto só será permitida com o fotógrafo oficial do evento. 
• Câmeras pessoais não serão permitidas. 
• As fotos oficiais serão postadas no Facebook da Galera Record em até 3 dias úteis após a data do evento.
16h – Sessão de autógrafos com a autora Isabela Freitas – “Não se apega Não” no estande da Editora Intrínseca.
16h -Sessão de autógrafos com a autora Lucinda Riley Estande Novo Conceito 
16h - Lançamento o livro de Paula Pimenta: “Fazendo meu filme em quadrinhos 1 – Antes do filme começar” - Local: Estande do Grupo Autêntica 18h e 19h30minh – Bate- Papo seguido de sessão de autógrafos com Kiera Cass na Arena Cultural (H201)
18h e 19h30min – Bate- Papo seguido de sessão de autógrafos com Kiera Cass na Arena Cultural (H201)

Circuito Novo Conceito 2014

Postado em terça-feira, 19 de agosto de 2014


No começo de agosto a Editora Novo Conceito apresentou suas novidades na FNAC Eventos em Ribeirão Preto. 
Com direito a tapete vermelho, livros em cartazes e pipoca, o evento da editora Novo Conceito teve como objetivo a aproximação com seus leitores. A palestra foi dada pelo editor Thiago e o gerente de marketing Marcelo. Eles apresentaram book trailers e falaram sobre as novidades que serão lançadas na Bienal de São Paulo, sobre os livros que os leitores mais estão esperando serem lançados, como novidades de Magisterium de Cassandra Clare e Holly Black e também teve sorteios de kits e ingressos para Bienal, sendo que quem ficou até o final recebeu um par de ingressos. 


Entre os livros divulgados, estão a continuação de Se eu Ficar e mais outro livro da autora Gayle Formam, o famoso Just One Day. Outros também levantaram o interesse do público presente, como o trailer do filme Love, Rosie adaptação do livro de Cecelia Ahern e a divulgação que o livro será lançado pela editora Novo Conceito.  



Sobre os nacionais, foram divulgados o O Homem Perfeito de Vanessa Bosso, autora que publicou seus livros de forma independente pela Amazon e que obtiveram muito sucesso de vendas digitais. 
Entre as divulgações e os gritos de "sorteio", a editora Novo Conceito também comentou sobre as histórias dos livros, como o próximo lançamento de Lucinda Ridley, As Sete Irmãs, que se passa no Brasil e algumas dicas de como ser publicado por uma editora de qualidade. 
Entre as muitas novidades, o que mais chamou a atenção do TriBooks, foi a menção da loja Amazon. A maior loja do mundo estava para desembarcar no Brasil em maio de 2014 e as mais variadas notícias sobre a queda do valor dos livros ou a rapidez de entrega rodaram o Brasil nesse meio termo, depois a notícia foi esquecida e mais ninguém comentou sobre o assunto. A loja ainda não deu as caras aqui no país, mas a editora Novo Conceito nos deu notícias da chegada da Amazon. O "quando" não foi mencionado, mas pelo que parece a loja estará mesmo chegando ao nosso país e vendendo algo que todos os leitores de blogs são sedentos para terem em casa.

Os kits da Novo Conceito.
Sim, eles serão vendidos na Amazon no Brasil. 
Podem começar a gritar. 

Por fim, a experiência de aproximação com a editora foi ainda um pouco "quadrada" na visão do TriBooks, o evento foi mais uma palestra comercial do que interativa, mas a divulgação de livros fantásticos a caminho das livrarias e o balde de pipoca de graça amoleceram o coração da que voz fala. Experiência se ganha com a idade, e o TriBooks espera que a editora Novo Conceito volte no próximo ano e ano a seguir com mais eventos literários como o Circuito 2014

Novo Conceito disponibiliza gratuitamente Jackets de Estilhaça-me e Liberta-me

Postado em terça-feira, 3 de junho de 2014

Com o lançamento do último livro da trilogia Estilhaça-me da autora Tahereh Mafi agora em junho, a editora Novo Conceito publicou Incendeia-me com uma capa diferente das demais. Isso porque logo que o livro fez sucesso no exterior, os Estados Unidos produziram uma capa completamente diferente das que havia publicado anteriormente. 
Para agradar os fãs, que tinham pedido milhares de vezes para que o Brasil também publicasse com as novas capas, a Novo Conceito decidiu publicar o último livro com a nova capa. Mas outra discussão veio à tona: essa capa seria diferente das duas primeiras obras, pensando nisso a editora estará disponibilizando gratuitamente, até dia 06 de junho de 2014 às 23:59, as jackets de Estilhaça-me e Liberta-me


As capas são realmente mais lindas do que as primeiras publicadas e nem vamos entrar na questão da capa do segundo livro da trilogia #Obliviate publicada pela Novo Conceito. Para quem não sabe, jacket é aquela capa solta que vem para cobrir o livro em capa dura, muito utilizado no exterior. Aqui no Brasil raramente encontramos as jackets, um exemplo é a capa do livro Doze Anos de Escravidão que é o poster do filme, mas se você pegar o livro verá que essa capa é apenas uma jacket que cobre o livro e a capa verdadeira é a da publicação antiga (que na minha opinião é linda também). 
Não sei se ficou mais fácil ou se confundi mais, o que vale é que se cadastrando para pegar as jackets você não estará levando outro livro para casa (acreditem, vai existir gente que pense que é um livro), apenas uma capa de plástico para seu livro com uma imagem mil vezes mais linda. 
Nunca li a série, mas confesso que essas novas capas fizeram minha curiosidade coçar. A autora é uma fofa e adoro todos os vídeos que ela publica no youtube. Quem sabe agora não tiro o pó dos dois primeiros livros e embarco nessa distopia?!

Se cadastre gratuitamente, clique aqui.

 Selo Pomo de Ouro de Aprovação!